domingo, 2 de novembro de 2008

A OPERAÇÃO DO ERRO II

II Ts. 2: 1 a 4 - "Ora, quanto à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com ele, rogamos-vos, irmãos, que não vos movais facilmente do vosso modo de pensar, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola como enviada de nós, como se o dia do Senhor estivesse já perto. Ninguém de modo algum vos engane; porque isto não sucederá sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem do pecado, o filho da perdição, aquele que se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, de sorte que se assenta no santuário de Deus, apresentando-se como Deus." O apóstolo Paulo está se dirigindo à Igreja em Tessalônica e alertando-a sobre questões escatológicas, como também sobre questões de desvios e riscos de se dar crédito a ensinos falsos e mentirosos. Isto deixa em aberto a possibilidade, de, mesmo os nascidos de Deus, serem por algum tempo enganados acerca de doutrinas. Há nas igrejas humanizadas, muitos doutores, mestres e professores. Alguns dos tais recebem até título de "Dr. em Divindades" nos dias de hoje. É como se o homem elegesse alguns para serem professores de Deus, desafiando a própria Palavra d'Ele conforme Is. 40: 13 e 14 - "Quem guiou o Espírito do Senhor, ou, como seu conselheiro o ensinou? Com quem tomou ele conselho, para que lhe desse entendimento, e quem lhe mostrou a vereda do juízo? quem lhe ensinou conhecimento, e lhe mostrou o caminho de entendimento?" Diante deste texto e de tantos outros, como alguém ainda pode falar em teologia? Como pode o homem querer entender Deus pela lógica?
O que há no seio da religião humana é muita teologia e pouca verdade, visto que ajuntam para si doutores segundo as suas próprias concepções acerca de Deus, de Cristo e das Escrituras. A verdade fica à margem de todo este processo, porque ela é resultado do dom de Deus aos seus eleitos e não dos artifícios humanistas e gnósticos difundidos sorrateiramente nos ensinos religiosos.
I Jo. 2: 26 a 28 - "Estas coisas vos escrevo a respeito daqueles que vos querem enganar. E quanto a vós, a unção que dele recebestes fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina a respeito de todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como vos ensinou ela, assim nele permanecei. E agora, filhinhos, permanecei nele; para que, quando ele se manifestar, tenhamos confiança, e não fiquemos confundidos diante dele na sua vinda." O texto mostra que há sempre os que querem enganar os eleitos de Deus. Estes, porém são portadores de um selo de garantia contra o engano, a saber, a unção recebida de Deus. Esta unção é permanente e não momentânea como se vê na religião do engano e da mentira. A unção do Espírito de Cristo, ensina todas as coisas e não apenas algumas como se vê nas religiões da mentira. Ela é verdadeira, ou seja, o que ensina é apenas a verdade e não concepções humanas acerca de Deus. A sequência natural do ensino da verdade é a permanência em Cristo. Não é assim, nos ensinos mentirosos, ao contrário vivem de mestre em mestre, de ministério em ministério, de doutor em doutor e nada sabem acerca da cruz, da inclusão do pecador na morte de Cristo, e, muito menos do nascimento do alto conforme doutrinado nas Escrituras.
A operação do erro já está em franco processo na religião dominante e predominante. Ela se caracteriza pela apostasia, isto é, pelo afastamento da verdade que é Cristo. O apóstata se afasta de Cristo e não da religião. Prevalece hoje, o ensino sem cruz, sem morte em Cristo e sem ressurreição juntamente com Ele.

Nenhum comentário: