
O que há no seio da religião humana é muita teologia e pouca verdade, visto que ajuntam para si doutores segundo as suas próprias concepções acerca de Deus, de Cristo e das Escrituras. A verdade fica à margem de todo este processo, porque ela é resultado do dom de Deus aos seus eleitos e não dos artifícios humanistas e gnósticos difundidos sorrateiramente nos ensinos religiosos.
I Jo. 2: 26 a 28 - "Estas coisas vos escrevo a respeito daqueles que vos querem enganar. E quanto a vós, a unção que dele recebestes fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina a respeito de todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como vos ensinou ela, assim nele permanecei. E agora, filhinhos, permanecei nele; para que, quando ele se manifestar, tenhamos confiança, e não fiquemos confundidos diante dele na sua vinda." O texto mostra que há sempre os que querem enganar os eleitos de Deus. Estes, porém são portadores de um selo de garantia contra o engano, a saber, a unção recebida de Deus. Esta unção é permanente e não momentânea como se vê na religião do engano e da mentira. A unção do Espírito de Cristo, ensina todas as coisas e não apenas algumas como se vê nas religiões da mentira. Ela é verdadeira, ou seja, o que ensina é apenas a verdade e não concepções humanas acerca de Deus. A sequência natural do ensino da verdade é a permanência em Cristo. Não é assim, nos ensinos mentirosos, ao contrário vivem de mestre em mestre, de ministério em ministério, de doutor em doutor e nada sabem acerca da cruz, da inclusão do pecador na morte de Cristo, e, muito menos do nascimento do alto conforme doutrinado nas Escrituras.
A operação do erro já está em franco processo na religião dominante e predominante. Ela se caracteriza pela apostasia, isto é, pelo afastamento da verdade que é Cristo. O apóstata se afasta de Cristo e não da religião. Prevalece hoje, o ensino sem cruz, sem morte em Cristo e sem ressurreição juntamente com Ele.
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