sábado, 24 de agosto de 2013

MAIS SÃO OS QUE ESTÃO CONOSCO QUE OS QUE ESTÃO COM ELES

II Rs. 6: 12 a 18 - "Ora, o rei da Síria fazia guerra a Israel; e teve conselho com os seus servos, dizendo: em tal e tal lugar estará o meu acampamento. E o homem de Deus mandou dizer ao rei de Israel: guarda-te de passares por tal lugar porque os sírios estão descendo ali. Pelo que o rei de Israel enviou àquele lugar, de que o homem de Deus lhe falara, e de que o tinha avisado, e assim se salvou. Isso aconteceu não uma só vez, nem duas. Turbou-se por causa disto o coração do rei da Síria que chamou os seus servos, e lhes disse: não me fareis saber quem dos nossos é pelo rei de Israel? Respondeu um dos seus servos: não é assim, ó rei meu senhor, mas o profeta Eliseu que está em Israel, faz saber ao rei de Israel as palavras que falas na tua câmara de dormir. E ele disse: ide e vede onde ele está, para que eu envie e mande trazê-lo. E foi-lhe dito; Eis que está em Dotã. Então enviou para lá cavalos, e carros, e um grande exército, os quais vieram de noite e cercaram a cidade. Tendo o moço do homem de Deus se levantado muito cedo, saiu, e eis que um exército tinha cercado a cidade com cavalos e carros. Então o moço disse ao homem de Deus: ai, meu senhor! que faremos? Respondeu ele: não temas; porque os que estão conosco são mais do que os que estão com eles. E Eliseu orou, e disse: ó senhor, peço-te que lhe abras os olhos, para que veja. E o Senhor abriu os olhos do moço, e ele viu; e eis que o monte estava cheio de cavalos e carros de fogo em redor de Eliseu. Quando os sírios desceram a ele, Eliseu orou ao Senhor, e disse: fere de cegueira esta gente, peço-te. E o Senhor os feriu de cegueira, conforme o pedido de Eliseu."
A verdadeira fé foge total e absolutamente aos padrões sensoriais do homem comum. A fé genuína crê sem necessitar ver e independe das circunstâncias, exatamente, porque nela se vê o invisível e possibilita o impossível conforme Rm. 4:17 - "... como está escrito: por pai de muitas nações te constituí perante aquele no qual creu, a saber, Deus, que vivifica os mortos, e chama as coisas que não são, como se já fossem."  Na fé verdadeira o homem vê com os olhos de Deus e crê com a fé d'Ele. É Deus quem traz à vida o que está morto e chama à existência aquilo que não existe como sendo real e presente. Por esta razão é errado falar que se tem fé em Deus. O correto é ter a fé de Deus dentro de si, ou seja, crer como Deus ou pela fé de Deus. Esta fé não é um estado de alma, um ânimo e um esforço da mente. Ela é a vida de Cristo nos nascidos de novo, porque o reino de Deus está entre e dentro dos eleitos e regenerados.
A falsa fé, a saber, as expectativas e esperanças puramente humanas seguem o padrão sensorial. Esta fé é o subproduto da ação almática, ou seja, é apenas a expressão daquilo que o homem sente e deseja que se realize em sua alma. Muitos transitam por estes caminhos com base apenas nos poderes latentes da alma. Tais poderes são produzidos pela força da mente em comunicação com a alma que, contaminada pela natureza pecaminosa, pretende ocupar o lugar do espírito que está 'morto' para Deus. Quando o homem ainda estava sem a culpa do pecado, o seu espírito era ligado ao Espírito Santo e em volta do seu corpo havia uma espécie de glória divina que o revestia e capacitava a discernir tudo. Entretanto, com o advento do pecado esta glória foi destituída conforme Rm. 3:23 - "Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus." A alma que é uma das três partes de que se constitui o homem formado por Deus, assumiu o controle das decisões, volições e desejos. Por esta razão muitos religiosos assumem que certas manifestações são de origem divina, enquanto as mesmas têm a sua origem na alma do próprio homem. Imaginam que estão diante de milagres e de bênçãos originados em Deus, entretanto, estão diante de algo produzido pela natureza pecaminosa e, Deus, não tem parte nisto. Esta é a ilusão que cega os pecadores religiosos conforme II Co. 4:4 - "...nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus." O "deus" deste século é Satanás, pois ele não pode ser "deus" eterno e infinito. Por esta razão Jesus ensina que se a luz que há no homem é a sua luz própria, quão grandes trevas são. O que para o homem decaído parece ser luz e revelação, para Deus é escuridão e ignorância da verdade. 
O texto de abertura provém do contexto em que o rei da Síria tentava conquistar o reino de Israel. Acontece, no entanto que, todas as vezes em que organizava uma campanha e enviava suas tropas, o rei de Israel era avisado e conseguia escapar da emboscada. Incomodado, o rei da Síria perguntou quem dentre o seu exército estava passando informações ao rei de Israel. Então foi informado que não havia traidor, mas que um certo profeta judeu antevia os seus movimentos e avisava ao rei de Israel. Diante de tal revelação o rei da Síria mandou um grande exército e muitos carros de guerra para capturar o profeta Eliseu. Cercou a cidade de Dotã, onde o profeta se achava, com seus exércitos durante a noite. Ao se levantar bem cedo o pajem, ou seja, o ajudante do profeta viu as tropas sírias sitiando a cidade. O moço correu atordoado para avisar ao profeta que a cidade estava cercada. A reação do rapaz foi a de todo homem que não tem os olhos espirituais abertos: "o que faremos?" Em termos simplificados o profeta lhe disse: 'não faremos nada, pois os exércitos de Deus são bem mais numerosos e estão ao nosso redor com cavalos e carruagens de fogo.' É este nível de fé que não se vê nos círculos religiosos de hoje.
A falsa fé conduz sempre o homem que não nasceu do alto a operar resultados em seus próprios esforços. O homem nascido de Deus não realiza nada, mas crê que os exércitos de Deus estão ao seu redor, ainda que não sejam vistos pelos olhos carnais. Isto porque só se vê bem com os olhos espirituais conforme I Co. 2:14 - "Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque para ele são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente." É nesta angústia que muitos religiosos sinceros não conseguem ver o que Deus faz, porque esperam ver sinais em si mesmos das melhoras espirituais. Ora, em matéria de fé, ou se crê, ou não se crê. Não há sinais para provar a fé, fosse assim seria apenas ciência e não fé. Ciência é aquilo que exige comprovação do fenômeno por experiência visível, sensível e comprovável. A fé se fundamenta no crer para ver e não no ver para crer como se vê por aí.
O profeta Eliseu orou ao Senhor Deus e fez dois pedidos: que os exércitos assírios perdessem a visão da realidade. E que o rapaz, seu auxiliar, tivesse os olhos do espírito abertos para ver o quão poderosos são os exércitos celestiais que Deus põe ao redor dos seus filhos. 
Sola Fides!!!

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

QUANDO GANHAR É PERDER E PERDER É GANHAR

Mc. 8: 34 a 38 - "E chamando a si a multidão com os discípulos, disse-lhes: se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas quem perder a sua vida por amor de mim e do evangelho, salvá-la-á. Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua vida? Ou que daria o homem em troca da sua vida? Porquanto, qualquer que, entre esta geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também dele se envergonhará o Filho do homem quando vier na glória de seu Pai com os santos anjos."
Vive-se em um quadrante de tempo no qual as pessoas e as coisas são mensuradas pelo que delas se pode ganhar. O prestígio de uma pessoa passa, obrigatoriamente, pelo seu sucesso financeiro, pelo que ganhou e quanto vale a sua fortuna. Por esta razão se veem constantemente nos jornais, revistas e redes sociais os rankings de riqueza e poder. As coisas e bens são invariavelmente avaliados conforme o seu valor venal. Por isso o mundo busca desesperadamente por coisas, fama e sucesso. Desenvolve-se uma falsa consciência que o homem será aceito, considerado e consultado apenas pelo que tem. De certa forma é assim mesmo que funciona, porque este comportamento é almejado tanto pelos que têm coisas e riquezas, como pelos que as desejam ter. Um ambiciona o que o outro tem e nunca o que não tem. Neste sentido, a desonestidade, a ganância e a egolatria não são privilégios de algumas poucas pessoas, mas de todas, ainda que em graus diferenciados. Até mesmo aqueles que se dedicam ao altruísmo ou fazem votos de pobreza e desprendimento, não o fazem porque são bons e humildes. Nenhum homem é naturalmente humilde, no máximo, alguns homens são humilhados pelos desígnios de Deus para a sua própria salvação e aperfeiçoamento. Jó foi um dos poucos homens elogiados diretamente por Deus conforme Jó 1:8 - "Disse o Senhor a Satanás: notaste porventura o meu servo Jó, que ninguém há na Terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, que teme a Deus e se desvia do mal?" Entretanto, quando Deus permitiu que o Acusador retirasse todas as riquezas, os filhos e colocasse feridas e chagas no corpo, Jó mostrou que não era humilde e perfeito. Reivindicou a justiça como um pressuposto seu conforme Jó. 27:6 - "À minha justiça me apegarei e não a largarei; o meu coração não reprova dia algum da minha vida." Em outro contexto Jó acusa Deus de ter uma questão pessoal contra ele conforme  33:10 - "Eis que Deus procura motivos de inimizade contra mim, e me considera como o seu inimigo." Após Jó ter sido tratado pela Graça do Altíssimo e humilhado em sua soberba é que reconheceu o seu estado e se arrependeu conforme Jó. 42: 5 e 6 - "Com os ouvidos eu ouvira falar de ti; mas agora te veem os meus olhos. Pelo que me abomino, e me arrependo no pó e na cinza." Jó possuía, como muitos hoje, uma religião apenas de segunda mão.
Muitas pessoas imaginam, erroneamente, que ter uma religião, frequentar alguma igreja e praticar caridade ou ser ético e moralmente correto é o sinônimo de  uma relação aprovada por Deus. Entretanto, pode ser apenas o resultado do processo sinérgico no próprio homem e não da ação monérgica d'Ele. Tais coisas fora da reconciliação com Deus por meio da inclusão na morte de Cristo e da sua consequente ressurreição, nada adiantam para a salvação. A salvação não é um livramento de coisas ruins e condições imorais, mas o livramento de si mesmo. Para livrar o homem do que ele é, e não apenas do que ele faz, é que Cristo veio para morrer e ressuscitar. Sem esta verdade, nada vale ser reto, íntegro, temente e desviar-se do que é mal. São atitudes que podem ter diversas motivações, mas todas originadas no esforço próprio do homem decaído. É necessário que a redenção seja executada por um Redentor predestinado, puro e santo, pois só assim tem autoridade para aniquilação do pecado, ou seja, da culpa que separa o pecador de Deus. O homem comete pecados porque é pecador e não apenas é pecador porque comete pecados.
A forma para alguém ser vivificado para a vida eterna é dada por Cristo no texto de abertura. Ele afirma que, se alguém foi despertado em seu querer para segui-lo até a cruz deve negar-se a si mesmo. O negar-se a si mesmo é exatamente o reconhecimento de que todas as virtudes e qualidades humanas não qualificam o pecador para a vida eterna. O negar-se a si mesmo é a transferência da sua vida almática para o substituto perfeito que é Cristo, e, este, crucificado. Tomar a cruz é assumir que a morte de Cristo na cruz não foi um ato solitário, mas compartilhado, pois ele mesmo não tinha pecado. A morte de Cristo foi para habilitar e incluir a morte do homem em sua morte para matar a natureza pecaminosa e trazê-lo de volta à vida na ressurreição ao terceiro dia. Entretanto, tudo isto se apropria pela fé e, esta, é dom de Deus.
De acordo com o original no texto de abertura, o vocábulo 'vida', se refere à vida da alma, pois foi utilizada a palavra grega 'psiken', então, o que necessita de salvação é a alma do homem e não o seu espírito. O espírito do homem foi nele colocado por Deus e a Ele retorna com a morte, porque apenas foi destituído da glória d'Ele. O corpo é deteriorado no pó da terra e só será restaurado incorruptível na restauração final. Assim, quem procura gratificar a vida da alma que é a sede das decisões, desejos e emoções estará perdendo a própria vida para sempre. Mas, quem abre mão de buscar a perfeição e a salvação por meio dos esforços baseados na justiça própria e nos méritos, encontrará a vida eterna oferecida por Cristo na sua morte de cruza. Ganha a vida de Cristo, pela justiça de Cristo, na morte com Cristo.
Sola Gratia!

domingo, 4 de agosto de 2013

AS FRAQUEZAS, OS FRACOS E O FORTE

II Co. 12: 7 a 10 - "E, para que me não exaltasse demais pela excelência das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás para me esbofetear, a fim de que eu não me exalte demais; acerca do qual três vezes roguei ao Senhor que o afastasse de mim; e ele me disse: a minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. Por isso, de boa vontade antes me gloriarei nas minhas fraquezas, a fim de que repouse sobre mim o poder de Cristo. Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco, então é que sou forte."
Na atualidade se veem nas redes sociais e na internet, em geral, diversas e diferentes manifestações de caráter religioso. Na maior parte das tais mensagens se vê claramente uma espécie de triunfalismo retumbante, ou seja, decretação de poder e de triunfo sobre supostos inimigos e possíveis derrotas. Usam textos bíblicos como uma espécie de mantra contra a má sorte, contra os males visíveis e invisíveis. Evocam frases de efeitos, versículos, citações retiradas de livros de autoajuda e até mesmo estrofes de músicas chamadas "gospel". Demonstra-se uma incrível necessidade de se autoafirmar ou de vencer adversários, invejas, demônios e inimigos que sequer existem experimentalmente. Agem na suposição que há alguém em algum lugar conspirando contra eles, e, portanto, entram com um 'habeas corpus preventivo' perante Deus. Criam uma espécie de teologia forense preventiva contra forças supostamente contrárias e para salvaguardar seus direitos. Entretanto, desconhecem que a natureza pecaminosa só possui um direito: morrer na cruz com Cristo.
Verifica-se na religião, subproduto da ação sinérgica do homem em busca de um 'deus' qualquer, uma profunda manifestação de poder humano. Evocam-se forças e poderes sob pretexto de direitos adquiridos mediante o esforço por meio de obras de justiça, méritos conseguidos por suposta fidelidade e exigências das promessas bíblicas. Tais religiosos não conhecem o poder de Deus e a sua eterna justiça. Eles seguem um esquema próprio na idealização do que desejam que Deus seja para os seus desejos e vontades paparicados pela religião do ver para crer. Este emaranhado de coisas emerge em meio às diversas teologias modernas: Teologia Relacional, Teologia da Libertação, Teologia da Determinação, Teísmo Aberto, entre outras. 
Muitas das buscas e rezas destes religiosos acontecem positivamente, porque são produzidas pelos poderes latentes da alma. Deus não opera neste nível de fé experimental e sensorial. A operação d'Ele é pelo seu Espírito sobre o espírito dos eleitos e regenerados conforme I Co. 2: 14 a 16 - "Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque para ele são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. Mas o que é espiritual discerne bem tudo, enquanto ele por ninguém é discernido. Pois, quem jamais conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo." O homem natural é o homem não regenerado e isto nada tem a ver com religião, mas com novo nascimento. O homem espiritual é aquele que foi convertido nos termos das Escrituras e não no formato religioso. Quando alguém diz que "se converteu", isto significa apenas que a pessoa passou de uma religião para outra. Quando alguém crê que foi convertido, isto significa que o Espírito Santo operou nesta pessoa a vivificação para crer por meio da graça mediante a fé. É uma ação absolutamente monérgica, a saber, que partiu da soberana vontade de Deus. O texto de I Coríntios 2 mostra que o homem natural não aceita o que provém de Deus, porque a sua natureza pecaminosa é oposta a Ele. Tudo o que provém de Deus produz dois discernimentos: no regenerado é discernido espiritualmente, no homem natural é discernido como loucura. Os nascidos de Deus respondem positivamente às coisas espirituais, porque os seus espíritos foram reconciliados com Deus. Este é o mistério que esteve oculto ao longo dos tempos conforme Cl. 1: 26 e 27 - "... o mistério que esteve oculto dos séculos, e das gerações; mas agora foi manifesto aos seus santos, a quem Deus quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vós, a esperança da glória."
O apóstolo Paulo fala das suas fraquezas com absoluta naturalidade e resignação, porque nele operava agora uma outra disposição antagônica àquela anterior à sua conversão. Na sua experiência arrebatadora viu e ouviu coisas indescritíveis as quais não ousavam pronunciar. Desta forma, para que não se exaltasse em soberba, Deus lhe permitiu alguma experiência desagradável na carne. Tal incômodo foi objeto de oração por três vezes, mas a resposta de Deus foi que ele deveria ser apoiado apenas pela graça. Deus disse a Paulo que o poder d'Ele se aperfeiçoava na sua fraqueza. Isto faz todo o sentido, pois o homem não pode competir com Deus em poder e glória, sendo apenas obra das suas mãos. Em um homem regenerado não há triunfalismos, mas apenas a glorificação do poder Cristo nele. Por esta razão em outro contexto Paulo afirma: "Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não da nossa parte." O homem, ainda que regenerado, é apenas um vaso de barro. A excelência e o tesouro é Cristo nele, a esperança da glória. Os verdadeiros cristãos vivem neste mundo em muitas fraquezas, para que a semente que serve a Deus de geração em geração não seja sufocada e destruída. O forte é Cristo e não os seus irmãos gerados em sua morte e filhos de Deus por adoção. 
Estes rompantes de triunfalismo religiosos estão a serviço de outro que não Cristo. Servem aos apetites de poder, fama e sucesso do homem natural que, por ser religioso, reivindica tais poderes para si a qualquer custo. Acabam se transformando em pasto aos "... principados, potestades, príncipes do mundo destas trevas, hostes espirituais da iniquidade nas regiões celestes.
Sola Scriptura!